Arquivo: março 2009


Meia maratona, aí vou eu!

março 28th, 2009 — 10:15am

meia maratona

Pois é, vou participar da meia maratona internacional, organizada pela Corpore!

Mas antes que pensem que estou louco, vou correr 5,5km só… hehehehe.

Meta? 28 minutos, já que estou “mei lesado”…

UPDATE: Fiz em 26:18, ou 4:46 por km. Por estar “mei lesado”, tá ótimo!

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Ensaio…

março 25th, 2009 — 12:21am

“Há em tudo o que fazemos uma razão singular
É que não é o que queremos
Faz-se porque nós vivemos
E viver é não pensar

Se alguém pensasse na vida, morria de pensamento
Por isso a vida vivida
É essa coisa esquecida
Entre um momento e um momento

Mas nada importa que o seja ou até que deixe de o ser
Mal é que a moral nos reja
Bom é que ninguém nos veja
Entre isso fica viver” – Fernando Pessoa

Acho que vou parar de pensar pra escrever.
Só vou escrever e viver.
Não escrever pra viver.
Nem viver pra escrever.

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Ironia e seus problemas

março 18th, 2009 — 7:36pm

irônico

…retirados de comunidades do Orkut. O problema de ser irônico:

“…é que, quando as pessoas não entendem, quem fica parecendo um idiota é você.”

“… é que quando você fala sério, as pessoas pensam que você está sendo irônico!”

“…é que quando você utiliza a ironia para afirmar algo diferente do que se deseja comunicar, geralmente o contrário, deixando transparecer a contrariedade por meio do contexto do discurso, ou através da alguma diferenciação editorial, ou entoativa ou gestual e o receptor entende que a ironia foi utilizada para enunciar simplesmente uma falsa idéia, mas ainda assim séria, a contrariedade sutil que você utilizou torna-se inútil criando uma confusa e despercebida crítica, transmitindo a impressão que se disse algo sério tentando não ser idiota, mas só por tentar parecer ser algo sério já tornaria idiota, quando na verdade se disse algo realmente inteligente e coerente.”

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March, 18th, back in time

março 18th, 2009 — 6:52pm

18

Thank you!

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Armadilhas do destino

março 14th, 2009 — 5:37pm

Sim, sou previsível. Tava na cara que esse post ia sair.

wally2

Kevin Arnold disse: “quando somos crianças, somos um pouco de cada coisa. Artista, cientista, atleta, erudito. Às vezes parece que crescer é desistir destas coisas, uma a uma. Todos nos arrependemos por coisas das quais desistimos. Algo de que sentimos falta. De que desistimos por sermos muito preguiçosos, ou por não conseguirmos nos sobressair, ou por termos medo”.

Confesso que sou um pouco medroso. Mas tenho um medo bom, que me faz pensar antes de fazer as coisas, que me faz rir antes de chorar, que me faz pensar antes de agir, que me faz agir de acordo com meus princípios, que me faz amar quem realmente preza pelo meu amor. Que me faz às vezes não ser um grande empreendedor e plantador, mas que no final, apesar das armadilhas do destino e das pragas que joga nos meus frutos, me faz orgulhoso deles.

E você, vai comentar aqui? Quem sabe esta não é uma das milhares armadilhas do destino?

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Medo

março 10th, 2009 — 12:32am

O meu medo é uma coisa assim:
medo
Que corre por fora entra, vai e volta sem sair.

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Sobre amor e figuras de linguagem

março 3rd, 2009 — 11:18pm

lotus

Amor sem comparações não existe, pois se não pudermos comparar o amor de agora com o indiferente de antes, o amor não é nada, não tem graça. E Milan Kundera viaja, vai além, coloca a responsabilidade numa metáfora, como nesse trecho (quando um personagem acha que deve cuidar de sua mulher):

“Ajoelhado à sua cabeceira, ocorrera-lhe a ideia de que ela viera para ele numa cesta sobre as águas. Já disse que as metáfora são perigosas. O amor começa por uma metáfora. Ou melhor: o amor começa no momento em que uma mulher se inscreve com uma palavra em nossa memória poética.”

Sem dúvida me lembro de amores que começaram com uma metáfora, mas também lembro de metonímias – no caso, efeito pela causa – quando trouxe a vida a alguém, e isso se transformou em amor. E na mesma figura de linguagem, quando o amor se foi, quando trouxe indiferença ao relacionamento. E me lembro também de metáforas sobre cegueira e lucidez, que vagam por aí, e podem acabar no esquecimento ou em qualquer outra coisa. Não sei se isso é bom ou ruim, pois como diria Kundera (novamente): nossa vida é um eterno esboço, e não dá pra voltar atrás, apagar e mudar o que já foi feito.

Profundo como um poço.

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Corpore Batavo 5km

março 1st, 2009 — 12:46pm

lght1

5km em 00:26:03.41 =)
pena que tinha gente andando, gente passeando, gente rastejando, gente com carrinho de bebê(!!!!), senão dava pra atingir a meta de 25min…

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